Quinta-feira, 9 de abril, às 19h00
Concidadania – Av.Ana Costa, 340 – Santos
versão compacta legendada
resumo em áudio para deficientes visuais
Imagine um país onde os papeis de gênero são invertidos.
Jacky no reino das mulheres (2014) é uma sátira social francesa dirigida por Riad Sattouf que inverte completamente os papéis tradicionais de gênero. O filme utiliza o humor ácido e o absurdo para criticar:
O patriarcado e o machismo da vida real, mostrando como as opressões parecem ridículas quando invertidas.
O extremismo religioso e o controle sobre os corpos.
A arbitrariedade das normas sociais.
A história se passa na República Democrática de Bubunne, uma ditadura teocrática onde as mulheres detêm todo o poder: elas governam, ocupam cargos militares e mandam na sociedade. Os homens, por outro lado, são submissos, usam véus (chamados de bubunne), cuidam da casa e seu único objetivo de vida é casar-se para procriar. Eles adoram cavalos como divindades e se alimentam de uma papa nutritiva distribuída pelo governo.
Bubenne é governado com mão de ferro pela ditadora generala há 34 anos e chega a hora de passar o poder para sua linda filha Coronela, mas antes ela deverá escolher um donzelo para se casar e ter muitas filhas.
Jacky (interpretado por Vincent Lacoste) é um jovem de 20 anos que vive em um vilarejo pobre. Assim como todos os rapazes de sua idade, ele é completamente apaixonado pela Colonela (Charlotte Gainsbourg), a filha da “Grande Generala” (a ditadora do país), que está prestes a escolher um marido em um grande baile de gala.
A Jornada
A vida de Jacky vira de cabeça para baixo quando sua mãe morre. Ele acaba sendo acolhido por parentes que o tratam como um escravo doméstico. No entanto, Jacky descobre que seu tio Julin é, na verdade, um rebelde que vive escondido e possui roupas civis e dinheiro.
Com a ajuda do tio, Jacky consegue um plano para entrar no palácio real durante o baile, disfarçado de mulher, para tentar conquistar o coração da Colonela.